bancos argentinos testam moeda do JPM enquanto proibição de cripto dispara

Você sabia que os bancos da Argentina estão testando uma nova tecnologia que pode mudar sua maneira de lidar com dinheiro? Isso pode impactar diretamente quem investe ou deseja entrar no mundo das criptomoedas.

Recentemente, instituições financeiras começaram a testar o JPM Coin, um tipo de token de depósito feito para uso em transações de grande escala. Um dos bancos que participa desse teste é o Banco CMF, que está explorando essa nova tecnologia através de sua nova unidade chamada QORP.

Segundo Maximiliano Cohn, diretor de informação da CMF, nessa fase inicial, os bancos estão integrando serviços para melhorar o tempo de liquidação e o acerto de contas entre eles. Isso significa que as transações podem ser mais rápidas e eficientes.

Importante ressaltar que esses testes não envolvem dinheiro de verdade. As transações são registradas por meio de sistemas tradicionais, mas o blockchain é utilizado para monitorar e validar tudo. Outros bancos, como Banco Galicia e Banco Comafi, também estão pensando em participar do programa.

O que está acontecendo na Argentina?

Essa iniciativa surge em um momento no qual o Banco Central da Argentina está reavaliando uma regra que proíbe os bancos de oferecer serviços relacionados a criptomoedas. Apesar de essa restrição ainda estar em vigor, os bancos podem usar a tecnologia blockchain para seus próprios processos internos.

O JPMorgan já havia informado que o JPM Coin estava disponível para clientes institucionais a partir de novembro de 2025, após testes em uma rede desenvolvida pela Coinbase. Além disso, em janeiro, o banco fez uma parceria com a Digital Asset para expandir o uso do JPM Coin na Canton Network.

A criptomoeda na América Latina está crescendo rapidamente

A América Latina é uma das regiões que mais cresce no setor de criptomoedas, com um volume de transações chegando a quase US$ 1,5 trilhão entre metade de 2022 e metade de 2025. Em dezembro de 2024, o volume mensal de transações atingiu um pico de US$ 87,7 bilhões.

O Brasil é o líder nesse mercado, representando cerca de um terço da atividade relacionada a criptomoedas na região, seguido pela Argentina e pelo México.

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Fonte original: https://cointelegraph.com/news/argentine-banks-test-jpm-coin-crypto-dollar-jpmorgan-report?utm_source=rss_feed&utm_medium=rss&utm_campaign=rss_partner_inbound. Conteúdo adaptado pela equipe do GraficoCrypto.

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