Futuro da criptografia institucional dispara com corretoras de elite

Você sabia que o mundo das criptomoedas pode passar por uma reviravolta em breve? Isso pode impactar diretamente o seu bolso!

O risco de problemas em plataformas de criptomoedas tem evoluído ao longo do tempo. Exchanges enfrentam crises e são alvos de ataques. Depois disso, as regras geralmente ficam mais rígidas, mas logo as pessoas esquecem e a confiança retorna.

O que está acontecendo agora é diferente. Grandes instituições financeiras estão entrando nesse mercado e precisam adotar práticas que já existem para o dinheiro tradicional. Pela primeira vez, a infraestrutura necessária para isso está disponível.

Novas regras para o mercado de criptomoedas

Um exemplo recente é a aquisição de US$ 1,25 bilhão da Hidden Road pela Ripple. Essa corretora global está mostrando que a infraestrutura financeira está se transformando. O Standard Chartered também está criando uma corretora criptográfica para se adaptar a esse novo cenário.

Historicamente, as exchanges acumulavam todas as funções: negociar, custodiar e compensar. Essa prática era inevitável nos primeiros dias do Bitcoin, mas não funcionaria com a adoção em massa. O colapso da FTX deixou isso claro, e o hack de US$ 1,4 bilhão na Bybit reforçou a preocupação com os riscos.

A separação entre custodiar e executar se tornou essencial. Nas finanças tradicionais, essa separação é fundamental, e finalmente está se concretizando nas criptomoedas por meio de soluções regulamentadas que permitem manter ativos com um custodiante.

Modelos que minimizam riscos

Atualmente, existem dois modelos principais para eliminar o risco de problemas com as exchanges. A custódia fora da bolsa permite que os traders mantenham seus ativos em segurança, enquanto aqueles que atuam como intermediários oferecem integração eficiente.

Na custódia fora da bolsa, um custodiante externo mantém os ativos, reduzindo o risco de contrapartida. Este modelo é econômico, pois não requer um balanço próprio. Já a corretagem prime é mais complexa, envolvendo um corretor que atua como intermediário.

Novidades nas garantias

As garantias estão mudando, especialmente quando um depositário é um banco. Agora, ativos tradicionais, como títulos do Tesouro dos EUA, podem ser usados como garantias, o que transforma a economia do setor.

A maioria das garantias está atualmente em letras do Tesouro. Isso muda a perspectiva de “devemos reduzir os riscos?” para “por que perder rendimentos?”. O uso de custodiante independente também reduz riscos para quem negocia criptomoedas.

O futuro à vista

O quadro das garantias está se expandindo, com a aceitação de stablecoins e a introdução de fundos tokenizados. Nos próximos meses, mais bancos entrarão nesse novo modelo de custódia.

A indústria de criptomoedas está se adaptando para atender às necessidades das instituições financeiras, e as que não acompanharem essa mudança correm o risco de ficar para trás.

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Fonte original: https://cointelegraph.com/news/future-institutional-crypto-prime-brokerages?utm_source=rss_feed&utm_medium=rss&utm_campaign=rss_partner_inbound. Conteúdo adaptado pela equipe do GraficoCrypto.

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